Templo de Ártemis

Templo de Ártemis, Éfeso, Turquia

O Templo de Ártemis ou Templo de Diana foi uma das sete maravilhas do Mundo Antigo, localizado em Éfeso. Era o maior templo do mundo antigo, e durante muito tempo o mais significativo feito da civilização grega e do helenismo, construído para a deusa grega Ártemis, da caça e dos animais selvagens. Foi construído no século VI a.C. no porto mais rico da Ásia Menor pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metágenes.

Era composto por 127 colunas de mármore, com 20 metros de altura cada uma. Duzentos anos mais tarde foi destruído por um grande incêndio, e reerguido por Alexandre, o Grande. Atualmente, após sucessivos terremotos e saques, apenas uma solitária coluna do templo reerguida por arqueólogos alemães no século XIX encontra-se de pé.

O primeiro santuário (têmeno) antecedeu a imigração jônica em muitos anos e data da Idade do Bronze. Calímaco, em seu Hino a Ártemis, atribuiu isto às Amazonas. No século VII a.C., o templo foi destruído por uma inundação. Sua reconstrução começou por volta de 550 a.C., sob o arquiteto cretense Quersifrão e seu filho Metágenes, à custa de Creso da Lídia: o projeto levou 10 anos para ser concluído. O templo foi destruído em 356 a.C. por um ato de incêndio por Heróstrato e foi novamente reconstruído, desta vez como a Maravilha.

Localização e história

O Templo de Ártemis, imaginado por Maarten van Heemskerck (1498–1574)
O templo de Ártemis ficava localizado perto da cidade antiga de Éfeso, aproximadamente 75 quilômetros ao sul da cidade portuária moderna de İzmir, na Turquia. Atualmente, o local encontra-se na periferia da cidade moderna de Selçuk. O local sagrado (têmeno) em Éfeso era bem mais antigo do que a própria Ártemis. Pausânias tinha certeza que o local data de antes da imigração dos jônicos em muitos anos, sendo ainda mais velho que o santuário oracular de Apolo em Dídimos. Ele dizia que os habitantes pre-jônicos da cidade eram léleges e os lídios. Calímaco, em seu Hino a Ártemis atribuiu os têmenos mais antigos em Éfeso às amazonas, cuja adoração ele imaginava ser centrada sobre uma imagem (bretas) de Ártemis, sua deusa-mãe. Pausânias dizia que Píndaro acreditava que as amazonas fundadoras do templo estavam envolvidas com o cerco de Atenas. Tácito também acreditava na fundação pelas amazonas, no entanto Pausânias acreditava que o templo era anterior às amazonas.[carece de fontes]

A arqueologia moderna não pode confirmar as amazonas de Calímaco, mas o relato de Pausânias sobre a antiguidade do local parece ser bem fundamentado. Antes da Primeira Guerra Mundial, as escavações do local por David George Hogarth identificaram três santuários sucessivos. Novas escavações em 1987 e 1988 confirmaram que o local era ocupado desde a Idade do Bronze, com uma sequência de descobertas de cerâmicas que se estendem até o Período Geométrico, quando um templo peripteral com um piso de argila dura foi construído na segunda metade do século VIII a.C..

No século VII a.C., uma inundação[7] destruiu o templo, depositando mais de meio metro de areia e lixo sobre o piso de barro original. Entre os detritos de inundação estavam os restos de uma placa de marfim com um grifo e a Árvore da Vida esculpidos, aparentemente do norte da Síria e algumas gotas de âmbar em forma de lágrima perfuradas da seção transversal elíptica. Estes provavelmente vestiram uma vez a efígie de madeira (xoanon) da Senhora de Éfeso, que deve ter sido destruída ou recuperada da inundação. Bammer observa que embora o local estivesse propenso a inundações e fosse aumentado por depósitos de sedimentos em cerca de dois metros entre os séculos VIII e VI a.C. e mais 2,4 m entre os séculos VI e IV a.C., seu uso contínuo “indica que a manutenção da identidade do real do local desempenhou um papel importante na organização sagrada”.

Fonte: Wikipédia

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